Iniciar diagnósticoPoucas pessoas gostam de falar sobre sucessão. O resultado é que, na ausência de planejamento, a transferência do patrimônio costuma acontecer da forma mais cara, lenta e conflituosa possível: o inventário.
Um inventário pode levar meses ou anos, consumir uma parcela significativa do patrimônio em custas, impostos e honorários, e — talvez o pior — expor a família a conflitos justamente no momento mais delicado. Bens ficam bloqueados, empresas perdem ritmo e decisões importantes ficam paradas.
Permite organizar a destinação dos bens dentro dos limites legais (respeitando a parte dos herdeiros necessários) e deixar a vontade registrada, reduzindo disputas.
Antecipa a transmissão, muitas vezes com reserva de usufruto, dando previsibilidade e reduzindo o que passará pelo inventário.
Concentra os bens em uma estrutura e transforma a sucessão em transferência de cotas — mais simples e organizada. (Falamos sobre isso em detalhe em outro artigo.)
Instrumentos como VGBL e seguro de vida têm regras próprias de transmissão, podem oferecer liquidez imediata aos herdeiros e, em geral, não entram no inventário — ajudando a família a arcar com custos sem precisar vender bens às pressas.
Planejamento sucessório não é sobre a morte — é sobre cuidado. É garantir que aquilo que você construiu chegue a quem você ama da forma que você decidiu.
Quanto antes a conversa acontece, mais opções existem e menor é o custo. Esperar costuma ser a decisão mais cara.
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